{"id":285,"date":"2025-12-09T14:14:59","date_gmt":"2025-12-09T17:14:59","guid":{"rendered":"https:\/\/anutricaodaigreja.com\/blog\/?p=285"},"modified":"2025-12-20T09:22:03","modified_gmt":"2025-12-20T12:22:03","slug":"a-historia-das-doutrinas-cristas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anutricaodaigreja.com\/blog\/a-historia-das-doutrinas-cristas\/","title":{"rendered":"A HIST\u00d3RIA DAS DOUTRINAS CRIST\u00c3S"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Resenha Cr\u00edtica<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Elivando Carvalho de Mesquita<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><kbd>BERKHOF, Louis.\u00a0<strong>A Hist\u00f3ria Das Doutrinas Crist\u00e3s<\/strong>. S\u00e3o Paulo: PES, 1992, 264p.<\/kbd><\/p>\n\n\n\n<p>Louis Berkhof foi um renomado te\u00f3logo sistem\u00e1tico, primeiro presidente do <em>Calvin Seminary<\/em> e profundamente influenciado pelo movimento neo-calvinista holand\u00eas de Abraham Kuyper. Estudou aos p\u00e9s de B. B. Warfield e Geerhardus Vos (<em>Princeton Seminary<\/em>). Ensinou teologia exeg\u00e9tica e NT (<em>Calvin Seminary<\/em>) e escreveu diversos livros de refer\u00eancia, dentre eles uma Teologia Sistem\u00e1tica (1938).<a href=\"#_ftn3\" id=\"_ftnref3\">[3]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>No aspecto geral, o livro segue uma divis\u00e3o dogm\u00e1tica, embora seu desenvolvimento se concentre em apurar como tais doutrinas foram desenvolvidas ao longo da hist\u00f3ria. Flui cronologicamente, dos primeiros Pais \u00e0 teologia p\u00f3s-Reforma.<a href=\"#_ftn4\" id=\"_ftnref4\">[4]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A obra inicia, ap\u00f3s o brev\u00edssimo pref\u00e1cio do autor, com uma Introdu\u00e7\u00e3o Geral (p. 15-34) e o Desenvolvimento Doutrin\u00e1rio Preparat\u00f3rio (p. 35-73). Serve de base para compreens\u00e3o do livro. Na Introdu\u00e7\u00e3o Geral, o autor estabelece a distin\u00e7\u00e3o fundamental entre \u201cdoutrina\u201d e \u201cdogma\u201d, apontando tamb\u00e9m seu sobre ao \u201cdogma\u201d, o qual ele define em como a Igreja formulou e desenvolveu conceitos e reflex\u00f5es b\u00edblicos, destacando o seu papel e suas metodologias (p. 17-18).<\/p>\n\n\n\n<p>No Desenvolvimento Doutrin\u00e1rio Preparat\u00f3rio, o plano de fundo \u00e9 estabelecido para a compreens\u00e3o do ambiente das controv\u00e9rsias. S\u00e3o observadas as fontes e bases sobre as quais as principais doutrinas seriam estabelecidas. Dos Pais Apost\u00f3licos e as diversas seitas e suas formula\u00e7\u00f5es doutrin\u00e1rias. Assim como, os apologistas na defesa da f\u00e9 crist\u00e3. Defesa essa que tamb\u00e9m resultou em formula\u00e7\u00f5es doutrin\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>A Doutrina da Trindade \u00e9 terceira parte do livro (p. 75-89). Nela o autor segue o esquema paradigm\u00e1tico da obra, estabelece o contexto hist\u00f3rico e exp\u00f5e o desenvolvimento da doutrina at\u00e9 a p\u00f3s-Reforma. O arianismo recebe destaque por ter sido o germinador da controv\u00e9rsia, por isso o Conc\u00edlio de Nic\u00e9ia (em Atan\u00e1sio) tamb\u00e9m \u00e9 ressaltado, por ter sido nele reputado heresia. Tertuliano \u00e9 ressaltado, por ter gestacionado a terminologia da tri-pessoalidade de Deus (p. 77). A controv\u00e9rsia girou em torno da unidade da ess\u00eancia do Deus Trino, em harmonia \u00e0s distin\u00e7\u00e3o das Tr\u00eas Pessoas. Novamente, o Ocidente e o Oriente seguem caminhos opostos (p. 78-79).<a href=\"#_ftn5\" id=\"_ftnref5\">[5]<\/a> Os tr\u00eas capad\u00f3cios, juntamente com Agostinho encerraram a controv\u00e9rsia (p. 82-85).<\/p>\n\n\n\n<p>A Doutrina de Cristo \u00e9 reservada a quarta parte (p. 91-112). Berkhof mostra que tais controv\u00e9rsias em torno da Pessoa de Cristo \u00e9 continua\u00e7\u00e3o e consequ\u00eancia da Trindade. O autor destaca o tempo dos Conc\u00edlios (p. 97-98), como o de \u00c9feso de Constantinopla, tratando da rela\u00e7\u00e3o entre Cristo e Maria (<em>theotokos<\/em>). O foco era ao devido equil\u00edbrio entre a unidade e a diversidade das naturezas de Cristo. Da Idade M\u00e9dia at\u00e9 a p\u00f3s-Reforma, Berkhof aponta a forte influ\u00eancia filos\u00f3fica na discuss\u00e3o, ao questionar a deidade e historicidade de Cristo, reduzindo-O a mera moralidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Doutrina do Pecado e da Gra\u00e7a (quinta parte), recebe forte destaque devido sua influ\u00eancia \u00e0 outras doutrinas (p. 113-45). As controv\u00e9rsias (do Ocidente) gravitavam sobre o ser humano e sua ess\u00eancia, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s consequ\u00eancias ou n\u00e3o do Pecado Original. As discuss\u00f5es no Ocidente haviam preparado o caminho para Pel\u00e1gio e Agostinho. Conforme destacado pelo autor, havia dificuldade em afirmar o mal inato ao homem desde sua cria\u00e7\u00e3o (Pecado Original). Na Idade M\u00e9dia, a Igreja Romana segui o semi-agostinianismo e o semi-pelagianismo. Na Reforma, sob as influ\u00eancias de Agostinho e Anselmo, desenvolveu-se o conceito de representa\u00e7\u00e3o Federal (p. 133).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Berkhof, a Doutrina da Expia\u00e7\u00e3o ou da Obra de Cristo (sexta parte, p. 147-79), foi pouco desenvolvida na Patr\u00edstica, onde at\u00e9 mesmo Agostinho ficou a desejar (p. 152). No entanto, ressalvas s\u00e3o feitas \u00e0 Ep\u00edstola a Diogneto e Atan\u00e1sio, este considerado o primeiro sistematizador da Doutrina (p. 150). Da Idade M\u00e9dia \u00e0 Reforma, Anselmo de Canterbury \u00e9 destacado por ser basilar para o desenvolvimento da Teologia da Expia\u00e7\u00e3o na Reforma, que distinguiu o car\u00e1ter Penal da Expia\u00e7\u00e3o. Conforme Berkhof, teorias paralelas e err\u00f4neas foram observadas, entre elas, o arminianismo e o amiraldianismo, usando menos a B\u00edblias e mais a filosofia. A mesma \u00eanfase filos\u00f3fica foi observada no per\u00edodo p\u00f3s-Reforma, fazendo do conceito de Expia\u00e7\u00e3o algo relativo.<\/p>\n\n\n\n<p>A s\u00e9tima parte \u00e9 reservada \u00e0 Doutrina da Aplica\u00e7\u00e3o e Apropria\u00e7\u00e3o da Gra\u00e7a Divina (p. 181-201), tratando da soteriologia. O autor destaca que as formula\u00e7\u00f5es soteriol\u00f3gicas foram extremamente seminais na Patr\u00edstica. Isso porque, conceitos como f\u00e9, arrependimento e correlatos, n\u00e3o eram un\u00e2nimes. O batismo recebe destaque como regenerador, juntamente com as boas obras e as penit\u00eancias, como meios de salva\u00e7\u00e3o. No per\u00edodo escol\u00e1stico prevaleceu o semi-pelagianismo, que deu forma a teologia sacramental da Igreja Romana. Na Reforma destaque-se o desenvolvimento da <em>ordus salutis<\/em>, nas v\u00e1rias perspectivas, catolicismo, luteranismo, m\u00edsticas e a calvinista. Segundo Berkhof, devido o luteranismo abrir as portas para o sinergismo, o calvinismo (monergista) foi adotado pela Teologia Reformada. O arminianismo \u00e9 pontuado como um sistema que exalta o homem como sendo um ser salv\u00e1vel depois da Obra de Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p>A Doutrina da Igreja e a dos Sacramentos (oitava parte, p. 203-29) s\u00e3o temos destacados por Berkhof, por ter sido observados com apre\u00e7o desde o in\u00edcio das formula\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas Patr\u00edsticas. A Igreja, assumiu o meio exclusivo de salva\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da voz de Cipriano (p. 205-06). Este foi o primeiro a fundamentar a ideia de uma Igreja cat\u00f3lica (p. 206). Agostinho o seguiu na luta contra o donatismo (p. 206-207). Na Reforma, Lutero marcou o processo de desmame do conceito eclesiol\u00f3gico romano, e foi seguido pela vis\u00e3o reformada (p. 214). A Teologia Sacramental \u00e9 desenvolvida desde a Patr\u00edstica, destacando o batismo como regenerador, por isso um sacramento (p. 222-25). A ceia foi conceituada como transubstancia\u00e7\u00e3o, modificada por Lutero, rejeitada por Zw\u00ednglio e equilibrada por Calvino (p. 227-29).<\/p>\n\n\n\n<p>A Doutrinas das \u00daltimas Coisas \u00e9 a \u00faltima doutrina desenvolvida (p. 231-43). O autor trata dos seus principais temas, a saber, \u201co estado intermedi\u00e1rio\u201d; \u201ca segunda vinda e a esperan\u00e7a milenial\u201d; \u201ca ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d &nbsp;e o \u201cju\u00edzo final e os galard\u00f5es finais\u201d. Quanto ao estado intermedi\u00e1rio e a esperan\u00e7a milenial, o autor observa que a concep\u00e7\u00e3o comum da Igreja primitiva era da morte ao c\u00e9u ou inferno imediatamente. Com a demora da volta de Cristo, essa unanimidade foi dissolvida, resultando, por exemplo, na doutrina do purgat\u00f3rio, que foi cabalmente rejeitada na Reforma. Apocalipse 20.1-6 foi visto com mais literalidade, colocando um intervalo entre a primeira e segunda ressurrei\u00e7\u00e3o, quanto \u00e0 esperan\u00e7a milenial. Mesmo sem unanimidade entre os Pais, na Idade M\u00e9dia o pr\u00e9-milenismo foi considerado her\u00e9tico devido as influ\u00eancias de Agostinho. Quanto ao ju\u00edzo final, observa Berkhof, que no geral foi aceito, embora alguns o espiritualizassem. O fato \u00e9 que, destaca o autor, a Escatologia s\u00f3 ganha proemin\u00eancia na discuss\u00e3o e no desenvolvimento teol\u00f3gico no per\u00edodo da p\u00f3s-Reforma. A Obra finda com uma Bibliografia (p. 245-47); \u00cdndice de Nomes (p. 249-51); \u00cdndice de Assuntos (p. 252-57) e a indica\u00e7\u00e3o de Outros T\u00edtulos (p. 258-59).<\/p>\n\n\n\n<p>O teor cr\u00edtico da presente resenha ser\u00e1 iniciado pontuando os aspectos que julguei negativo. Inicialmente pode ser destacada a dificuldade na cataloga\u00e7\u00e3o apresentada pelas publica\u00e7\u00f5es da presente obra no mercado. A publica\u00e7\u00e3o utilizada para esta resenha \u00e9 identificada como Primeira Edi\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas de 1992, sendo baseado na Primeira Edi\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas de 1937. Contudo, uma publica\u00e7\u00e3o posterior a essa, apontada tamb\u00e9m como Primeira Edi\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas, s\u00f3 que do ano de 2015. Sendo a Primeira Edi\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas de 1992. Algo bastante confuso.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo nas primeiras p\u00e1ginas lidas fica claro que a presente obra foi desenvolvida sob profunda e extensa pesquisa, por um escritor erudito acad\u00eamico. Tal diagn\u00f3stico carrega consigo pontos positivos e negativo, quanto a acessibilidade da obra. Os temas e termos iniciais levantados pelo autor, ainda que brevemente desenvolvidos, remontam a um n\u00edvel de conhecimento mais apurado. Isso faz com que a obra n\u00e3o seja acess\u00edvel a todos.<\/p>\n\n\n\n<p>O dif\u00edcil vocabul\u00e1rio utilizado na edi\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas, naturalmente, corresponde ao mesmo n\u00edvel do vocabul\u00e1rio da edi\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas. O que ressalta a falta de preocupa\u00e7\u00e3o em deixar a obra mais acess\u00edvel, assim como uma leitura mais flu\u00edda. Mesmo que isso significasse, talvez, alterar o teor da obra. O fato \u00e9 que, num primeiro momento, caso n\u00e3o haja persist\u00eancia ou obrigatoriedade na leitura, tais caracter\u00edsticas podem dissuadir o leitor ou estudante.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros fatores que dificultam a fluidez da leitura s\u00e3o as cita\u00e7\u00f5es de termos espec\u00edficos sem defini\u00e7\u00e3o, ligados \u00e0s seitas dos primeiros s\u00e9culos da Igreja, por exemplo. Bem como as cita\u00e7\u00f5es de proposi\u00e7\u00f5es em latim sem tradu\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o aos termos e proposi\u00e7\u00f5es em latim, a dificuldade de compreens\u00e3o pode ser dirimida observando atentamente o contexto da cita\u00e7\u00e3o. Embora, algumas vezes, para ser preciso, seja necess\u00e1rio consultar outras fontes. Quanto \u00e0s terminologia que identificam seitas do primeiro s\u00e9culo, por exemplo, mesmo considerando atentamente o contexto, leitores iniciantes n\u00e3o compreender\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Obviamente, tais considera\u00e7\u00f5es apresentadas acima n\u00e3o diminuem o valor da obra resenhada. Na verdade, isso torna apenas evidente que a obra possui peculiaridades planejadas que apontem um p\u00fablico espec\u00edfico ao qual ela se destina. Essa percep\u00e7\u00e3o fica evidente justamente devido as limita\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas aqui apresentadas. Ou seja, ler a presente obra sem o conhecimento basilar sobre a hist\u00f3ria da Igreja e da teologia, demandar\u00e1 mais esfor\u00e7o intelectual, tempo e aten\u00e7\u00e3o do leitor. Assim como, exigir\u00e1 que outras fontes sejam pesquisadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, tais aspectos negativos de forma alguma descredibiliza ou diminui o valor da presente obra. Na verdade, o alto n\u00edvel da pesquisa e o rigor da apura\u00e7\u00e3o dos dados apresentados pela obra, exigem um n\u00edvel equiparado de julgamento. Isso quer dizer que, a obra tamb\u00e9m apresenta o seu autor. Por isso, certamente, muitos aspectos considerados negativos acima, poderiam ser observados simplesmente devido ao &nbsp;espectro inferior, diferente do qual o p\u00fablico para o qual a obra foi pensada. Dessa forma, a considera\u00e7\u00e3o mais s\u00f3bria seria, observ\u00e1-la n\u00e3o pelo prisma de leitores de outro tempo, mais pobres intelectualmente, em rela\u00e7\u00e3o ao autor. Mas que, um te\u00f3logo de alto n\u00edvel, gerou uma obra de sua mesma envergadura.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando o tamanho da obra, a pesquisa apresentada contempla uma vastid\u00e3o interessante da hist\u00f3ria da Igreja e da teologia ao mesmo tempo. A edi\u00e7\u00e3o utilizada para a presente resenha (1992) \u00e9 muito bem divindade, tanto teologicamente, quanto em seu car\u00e1ter pedag\u00f3gico. O que tamb\u00e9m diminui o aspecto negativo apresentando acima, quando a densidade do conte\u00fado, Tal diagrama\u00e7\u00e3o da edi\u00e7\u00e3o faz com que o leito tenha pausas para reminar e aprofundar o que foi lido, sem que o conte\u00fado apresentando n\u00e3o tenha sido conclu\u00eddo.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem d\u00favida alguma a presente obra deve ser leitura obrigat\u00f3ria a todo estudante de teologia, por ser consagrada como uma das obras de refer\u00eancia na teologia Reformada. Com ela, o leitor ter\u00e1 acesso a espinha dorsal do desenvolvimento das doutrinas basilares, sobre as quais fazemos teologia hoje. Berkhof nos fornece uma vis\u00e3o ao longo das eras, ao descrever os principais personagens e temas de debate e como eles foram desenvolvidos ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Resenha apresentada \u00e0 disciplina Hist\u00f3ria da Igreja I, ministrada pelo Prof. Dr. Ronald Miller.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> Mestrando em <em>Master of Arts in Reformed Baptist Theology<\/em>, Semin\u00e1rio Batista Confessional do Brasil (SBCB) em parceria <em>Covenant Baptist Theological Seminary <\/em>(CBTS), M\u00f3dulo 3.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref3\" id=\"_ftn3\">[3]<\/a> Waanstra, Henry, Encyclopedia of the Reformed faith. Saint Andrew Press, 1992), p. 32.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref4\" id=\"_ftn4\">[4]<\/a> Publicado pela primeira vez em l\u00edngua inglesa (1937), intitulado Dogm\u00e1tica Reformada, com a finalidade de servir como recurso hist\u00f3rico de sua magna Teologia Sistem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref5\" id=\"_ftn5\">[5]<\/a> O Ocidente, com Tertuliano (subscreve Nic\u00e9ia, <em>homoousios<\/em>: da mesma subst\u00e2ncia do Pai), e o Oriente com Or\u00edgenes (semi-arianismo, <em>homoiousios<\/em>: subst\u00e2ncia similar ao Pai) (p. 80-82).<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Louis Berkhof apresenta, com rigor hist\u00f3rico e teol\u00f3gico, o desenvolvimento das principais doutrinas crist\u00e3s ao longo dos s\u00e9culos, dos Pais da Igreja \u00e0 p\u00f3s-Reforma. 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